Centenas de vezes.
Coisas simples.
Coisas comuns.
Reaprendidas muitas vezes.
Superadas uma, duas, três...
Falhas da mente?
Meu corpo nunca foi muito justo comigo
E quando ele começa a falhar
Você tem que se ajustar
Mesmo quando está se esvaindo
É como água,
Se adapite ao solo.
Mais que uma filosofia;
É sobrevivência.
Corra com o vento.
Vá com a maré.
Essa é uma das maravilhas do desapego,
da liberdade,
da tranquilidade no peito.
De respirar como se fosse o último oxigênio
E sorrir como se fosse a última chance.
Um café na janela.
A luz que atravessa a vidraça.
Um giro de dança
Um pingo de chuva
Como se fosse o último.
Não tenha medo de morrer
Tenha medo de não ter vivido intensamente
Acho que nem tudo se trata de conquistar
De fincar uma bandeira
De ganhar o jogo do amor
Não é tudo sobre brilhar
Sobre destacar
As vezes se trata de sentir
Lá no fundo do coração
De rever as cicatrizes
E tratar das feridas
De amar do fundo da alma
Sem esperar retribuição
De aceitar preto e branco
E também o colorido
Morte e vida
flores e feridas
Saber continuar, sorrir, pegar e seguir em frente
De bater com o peito nas consequencias
De aceitar falhas e que não é perfeito.
Abrir os braços
e abraçar a vida
Não importa o jeito.
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